I Conferência Nacional da ILA-Brasil

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I Concurso Latinoamericano de Tesis en Arbitraje 2010

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New book release: Consumer Protection in International Private Relationships

BDG3Coordinated by Professor Diego P. Fernández Arroyo with the collaboration of Caroline Kleiner y Juan Manuel Velázquez Gardeta.

Preface:

Some contemporary phenomena such as generalization of access to internet and mass tourism have strongly increased the internationalization of consumer law, a category formerly rather domestic. However, the internationalization of relationships has not always been followed by the updating of rules and mechanisms to settle the new disputes that arise. In order to contribute to the improvement of that situation, we have conducted a comparative survey on the subject. In addition to classical issues of private international law (jurisdiction, applicable law and recognition and enforcement of foreign judgments), this book deals with the other methods (co-operation, procedural tools, arbitration, ADR) that legal systems could implement to cope with international protection of consumers.

The book, which has been prepared in the context of the XVIIIth Congress of the International Academy of Comparative Law (Washington, DC, 2010), put together forty two specialists who show the status questionis of international consumer law as well as the reforms in progress both in national legal systems from all over the world and within the framework of international and supranational organizations.

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Hague Academy of International Law 2011

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Los contratos y La Haya ¿ancla al pasado o puente al futuro?

Esta contribución recoge la posición del Dr. José A. Moreno Rodríguez con relación al futuro instrumento de la Conferencia de La Haya de Derecho Internacional Privado en materia de derecho aplicable a la contratación internacional.

Cualquier comentario, observación o sugerencia al respecto podrá ser remitida al Dr. Moreno Rodríguez a la siguiente dirección de correo: jmoreno@cedep.org.py.

En su caso, el Dr. Moreno Rodríguez hará llegar las contribuciones que se formulen, al Grupo de Trabajo sobre este tema, de la Conferencia de La Haya de Derecho Internacional Privado, del que el citado forma parte.

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Interesante sentencia de la Corte Suprema de Panamá que reacciona contra una decisión de forum non conveniens adoptada por un tribunal norteamericano

Henry S. Dahl*

Los países latinoamericanos tratan los juicios internacionales en forma asistemática, episódica e incompleta. Es un grave error que, entre otras desventajas, los convierte en basurero de naciones más desarrolladas.

Panamá es el primer Estado de la región que promulgó un cuerpo de reglas generales[1] para juicios internacionales; la Ley 32 del 2006[2]. Panamá adoptó en gran parte la Ley Modelo Latinoamericana para Juicios Internacionales[3], presentada en la XL Conferencia de la Federación Interamericana de Abogados, celebrada en Madrid, en Junio 2004.

En Agosto, 2010, la Corte Suprema de Panamá aplicó un artículo de la Ley 32 que establece la prevalencia de la competencia preventiva en juicios internacionales. Con ello declaró la incompetencia panameña en un caso que previamente había sido presentado en U.S.A., donde había sido rechazado por aplicación de la teoría de Forum Non Conveniens.  La consecuencia es que, al no poder considerarse a Panamá como un foro alternativo en la especie, el caso debería continuar su curso en el tribunal de U.S.A. que lo rechazó originalmente[4].

Otros países, particularmente en Centroamérica, están contemplando la promulgación de leyes similares a la Ley 32 de Panamá. Sería conveniente impulsar esta corriente. Viviendo bajo una economía globalizada, ¿de qué nos sirve un derecho procesal parroquial?

To see a related article in English please access:

http://conflictoflaws.net/2010/panamanian-conflict-rules-trump-forum-non-conveniens/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+conflictoflaws%2FRSS+%28Conflict+of+Laws+.net%29

*Abogado en Washington, D.C.; Texas; Nueva York; Madrid; y Buenos Aires.


[1] Gracias al Canal, Panamá ya tenía un sistema para juicios internacionales marítimos .

[2] http://interamericanbarfoundation.org/Pulldown13PDF.pdf ; http://www.iaba.org/Law%20Review_Vol%205/LawReview_5_DFernandezArr_2.htm

[3] http://interamericanbarfoundation.org/XLIABAConfPulldown10.html

[4] Ver jurisprudencia relacionada. Haga clic aquí.

Anteproyecto del Nuevo Código Procesal Civil de Brasil

Enviado por Valesca Borges

UM NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL

A harmonia entre os Poderes, princípio pétreo de nossa Constituição, em sua melhor acepção, significa uma estreita colaboração entre Legislativo, Judiciário e Executivo. O Senado Federal tem tido a sensibilidade de atuar em estreita colaboração com o Judiciário, seja no âmbito do Pacto Republicano – iniciativa entre os três poderes para tomar medidas que agilizem a ação da Justiça –, seja propondo um conjunto de leis que tornam mais efetivos vários aspectos pontuais da aplicação da justiça.

O Senado Federal, sempre atuando junto com o Judiciário, achou que chegara o momento de reformas mais profundas no processo judiciário, há muito reclamadas pela sociedade e especialmente pelos agentes do Direito, magistrados e advogados. Assim, avançamos na reforma do Código do Processo Penal, que está em processo de votação, e iniciamos a preparação de um anteprojeto de reforma do Código do Processo Civil. São passos fundamentais para a celeridade do Poder Judiciário, que atingem o cerne dos problemas processuais, e que possibilitarão uma Justiça mais rápida e, naturalmente,

mais efetiva.

A Comissão de Juristas encarregada de elaborar o anteprojeto de novo Código do Processo Civil, nomeada no final do mês de setembro de 2009 e presidida com brilho pelo Ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, trabalhou arduamente para atender aos anseios dos cidadãos no sentido de garantir um novo Código de Processo Civil que privilegie a simplicidade da linguagem e da ação processual, a celeridade do processo e a efetividade do resultado da ação, além do estímulo à inovação e à modernização de procedimentos, garantindo o respeito ao devido processo legal.

Preparado com grande transparência e da maneira mais participativa possível – com a realização das audiências públicas nas cinco regiões de nosso País – o trabalho que a Comissão de Juristas nos apresenta será agora submetido aos ritos do processo legislativo. Contamos que sua tramitação na Senado Federal, e, mais tarde, na Câmara dos Deputados, se dê em pouco tempo, para que esse trabalho possa chegar logo ao cotidiano da população brasileira.

O Senado Federal e eu pessoalmente somos reconhecidos a todos os Membros da Comissão de Juristas – o eminente Ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, a Doutora Teresa Wambier e os Doutores Adroaldo Fabrício, Benedito Pereira Filho, Bruno Dantas, Elpídio Nunes, Humberto Teodoro Júnior, Jansen Almeida, José Miguel Medina, José Roberto Bedaque, Marcus Vinícius Coelho e Paulo Cezar Carneiro – bem como aos funcionários da Casa que os auxiliaram, pela dedicação e pela qualidade do trabalho realizado.

José Sarney

Presidente do Senado Federal

Si desea ver el Anteproyecto del Nuevo Código Procesal Civil de Brasil que fue aprobado el 1º de junio de 2010 por favor haga click aquí.