Anteproyecto del Nuevo Código Procesal Civil de Brasil

Enviado por Valesca Borges

UM NOVO CÓDIGO DO PROCESSO CIVIL

A harmonia entre os Poderes, princípio pétreo de nossa Constituição, em sua melhor acepção, significa uma estreita colaboração entre Legislativo, Judiciário e Executivo. O Senado Federal tem tido a sensibilidade de atuar em estreita colaboração com o Judiciário, seja no âmbito do Pacto Republicano – iniciativa entre os três poderes para tomar medidas que agilizem a ação da Justiça –, seja propondo um conjunto de leis que tornam mais efetivos vários aspectos pontuais da aplicação da justiça.

O Senado Federal, sempre atuando junto com o Judiciário, achou que chegara o momento de reformas mais profundas no processo judiciário, há muito reclamadas pela sociedade e especialmente pelos agentes do Direito, magistrados e advogados. Assim, avançamos na reforma do Código do Processo Penal, que está em processo de votação, e iniciamos a preparação de um anteprojeto de reforma do Código do Processo Civil. São passos fundamentais para a celeridade do Poder Judiciário, que atingem o cerne dos problemas processuais, e que possibilitarão uma Justiça mais rápida e, naturalmente,

mais efetiva.

A Comissão de Juristas encarregada de elaborar o anteprojeto de novo Código do Processo Civil, nomeada no final do mês de setembro de 2009 e presidida com brilho pelo Ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, trabalhou arduamente para atender aos anseios dos cidadãos no sentido de garantir um novo Código de Processo Civil que privilegie a simplicidade da linguagem e da ação processual, a celeridade do processo e a efetividade do resultado da ação, além do estímulo à inovação e à modernização de procedimentos, garantindo o respeito ao devido processo legal.

Preparado com grande transparência e da maneira mais participativa possível – com a realização das audiências públicas nas cinco regiões de nosso País – o trabalho que a Comissão de Juristas nos apresenta será agora submetido aos ritos do processo legislativo. Contamos que sua tramitação na Senado Federal, e, mais tarde, na Câmara dos Deputados, se dê em pouco tempo, para que esse trabalho possa chegar logo ao cotidiano da população brasileira.

O Senado Federal e eu pessoalmente somos reconhecidos a todos os Membros da Comissão de Juristas – o eminente Ministro Luiz Fux, do Superior Tribunal de Justiça, a Doutora Teresa Wambier e os Doutores Adroaldo Fabrício, Benedito Pereira Filho, Bruno Dantas, Elpídio Nunes, Humberto Teodoro Júnior, Jansen Almeida, José Miguel Medina, José Roberto Bedaque, Marcus Vinícius Coelho e Paulo Cezar Carneiro – bem como aos funcionários da Casa que os auxiliaram, pela dedicação e pela qualidade do trabalho realizado.

José Sarney

Presidente do Senado Federal

Si desea ver el Anteproyecto del Nuevo Código Procesal Civil de Brasil que fue aprobado el 1º de junio de 2010 por favor haga click aquí.

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Las Reglas de Roterdam desde la perspectiva de un país consumidor de servicios armatoriales

Cecilia Fresnedo de Aguirre*

Es indudable que coexisten hoy día una amplia variedad de regímenes jurídicos en materia de transporte marítimo internacional de mercaderías, pero no lo es menos que ninguno de los instrumentos sobre la materia se aplica con alcance global. Este dato fáctico nos advierte acerca de las dificultades de alcanzar una verdadera unificación universal en alguna rama del Derecho.

Sin duda que superar la diversidad de las legislaciones nacionales -y los conflictos que ello genera a la hora de regular relaciones jurídicas transfronterizas- mediante la unificación universal o regional del derecho, resulta un objetivo atractivo, en particular en materias como el transporte internacional de mercaderías. Ello se debe principalmente a la indiscutible importancia económica del transporte en el comercio y a su dimensión internacional. No obstante, por más maravilloso que parezca el objetivo de la unificación, el mismo no constituye un valor en sí mismo. Por el contrario, lo será o no dependiendo de cuáles sean las soluciones materiales que esos instrumentos provean. No se trata sólo de modernizar el derecho del transporte, sino de lograr un equilibrio razonable y justo entre los intereses opuestos involucrados.

La Comisión de Naciones Unidas para el Derecho Mercantil Internacional (CNUDMI, o UNCITRAL, en su sigla en inglés) tuvo como finalidad la elaboración de un instrumento universal para regular el contrato de transporte internacional de mercaderías total o parcialmente marítimo, armonizando y unificando así dicha rama del Derecho, planteándose una serie de objetivos que resultan compartibles y recurriendo a procedimientos incuestionables. Entre los primeros cabe mencionar, a vía de ejemplo, la consideración los desarrollos tecnológicos y comerciales ocurridos desde la elaboración de las Convenciones existentes en la materia y la necesidad de que ésta fuera consolidada y modernizada, así como el desarrollo del comercio internacional sobre la base de la igualdad y el beneficio mutuo como elemento importante en la promoción de las relaciones de amistad entre los Estados. En cuanto a los procedimientos seguidos, la CNUDMI se preocupó por permitir una amplia participación de todos los Estados y organizaciones internacionales interesadas en el tema.

No obstante, y a pesar de los indudables logros de esta obra monumental que es la nueva Convención, conocida como las Reglas de Rotterdam, algunas de sus soluciones –en especial las relativas a los límites de responsabilidad del transportista y validez de las cláusulas de jurisdicción exclusiva- hacen que su ratificación sea política y económicamente inconveniente e inoportuna para Uruguay, así como para otros países Sudamericanos.

*Profesora titular de Derecho Internacional Privado en la Facultad de Derecho de la Universidad Católica del Uruguay y Profesora adjunta de Derecho Internacional Privado en la Facultad de Derecho de la Universidad de la República. Este trabajo está basado en uno anterior de la autora, “The Rotterdam Rules from the Perspective of a Country that is a Consumer of Shipping Services”, en la Unif. L. Rev. / Rev. dr. unif (2009-4), pp. 869-884. Esta versión en español se encuentra en edición en www.laleyonline.com.uy

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